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Kaspersky lança antivírus gratuito para Windows

Demorou, mas a Kaspersky lançou uma versão gratuita de seu antivírus para  Windows . O Kaspersky Free não possui recursos como controle parental e VPN ilimitado, mas tem a mesma capacidade de detecção de malwares das versões pagas. A versão gratuita do Kaspersky estava sendo  testada há mais de um ano em alguns países nórdicos , além da China e Rússia; ele verificava sua localização e bloqueava a utilização se você não estivesse em uma dessas regiões. Agora, o Kaspersky Free está disponível no mundo todo — haverá uma versão em português em setembro, mas você já pode instalá-lo no Brasil. A empresa diz que o Kaspersky Free não concorrerá com as versões pagas, como o Internet Security, que custa R$ 69,90 por ano, porque elas trazem funcionalidades adicionais, como proteção contra espionagem, bloqueio de sites impróprios e  segurança  extra no internet banking, “que justificam facilmente o custo de uma proteção premium”. Além disso, como a Kaspersky util...
Apenas algumas horas atrás, um surto global de resgate começou, e parece ser tão grande quanto o  WannaCry . Essas poucas horas foram suficientes para várias grandes empresas de diferentes países para reportar infecção, e a magnitude da epidemia provavelmente aumentará ainda mais. Ainda não está claro o que é exatamente o novo ransomware. Alguns pensaram ser alguma variação de Petya (seja Petya.A,  Petya .D, ou  PetrWrap ), ou que poderia ser o próprio WannaCry (não é). Nossos especialistas estão investigando essa nova ameaça, e, assim que encontrarem fatos sólidos, atualizaremos essa publicação. O novo surto parece ser um ataque complexo que envolve vários vetores de ataque. Podemos confirmar que um  exploit  modificado chamado EternalBlue está sendo usado para propagação em redes corporativas. Veja  mais dados técnicos  sobre o ataque. Nossos produtos detectam a ameaça como: UDS: DangerousObject.Multi.Generic Trojan-Ransom.Win32.ExPetr.a...

PTT – O QUE É E PARA QUE SERVE?

Recentemente, o conjunto de pontos de troca de tráfego (PTTs) operados pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) atingiu um pico de 1 Terabit/s (um tráfego mundialmente reconhecido como volumoso e que continua a crescer em bom ritmo).  Mas o que vem a ser um PTT e para que serve? Quando trechos de rede acadêmica começaram a se estabelecer, a maneira de construí-los era alugar, às operadoras, canais de telecomunicação com capacidade suficiente e, ligando-os a equipamentos de roteamento, configurar uma espinha-dorsal (“backbone”) da rede. Nela, as sub-redes e os computadores participantes se conectariam. Note-se que protocolo usado para transporte de conteúdo nesses canais era o definido pela rede em questão: se fosse um pedaço da Internet, por exemplo, o conteúdo seria transportado por TCP/IP. As operadoras alugavam “canais limpos” com a capacidade de banda solicitada e ficava por conta da rede como eles seriam “preenchidos”. Quando o TCP/I...